Os Representantes dos Trabalhadores no Observatório de Segurança da SIMDOURO têm o papel essencial de dar voz aos colaboradores, transmitindo à Administração as suas dúvidas, preocupações e sugestões. Atualmente, Rui Costa, técnico de operação, e Pedro Santos, técnico de manutenção, assumem, em conjunto, esta responsabilidade com a vasta experiência que detêm na empresa, de 20 e 25 anos, respetivamente. O principal compromisso é garantir que todas as normas e procedimentos de saúde e segurança no trabalho são rigorosamente cumpridos.
CEA: O que o motivou a querer ser representante dos trabalhadores no Observatório de Segurança?
Pedro Santos: Ser representante dos trabalhadores no Observatório de Segurança foi uma forma de contribuirmos ativamente para esse objetivo, trazendo a visão do terreno, as preocupações reais do dia a dia e ajudando a transformar essas vozes em ações concretas
Rui Costa: Aqui a motivação é comum aos dois, sempre acreditamos que a segurança é um valor que se constrói com a participação de todos.
CEA: Pela primeira vez, os Representantes dos Trabalhadores vieram de 2 listas diferentes. Como tem sido trabalhar em conjunto?
Pedro Santos: Tem sido uma experiência muito positiva. Apesar de termos vindo de listas diferentes, a democracia funcionou e o propósito é comum: garantir um ambiente de trabalho mais seguro para todos.
Rui Costa: Desde o início, conseguimos estabelecer uma relação de respeito e colaboração, focando sempre no que nos une e não no que nos separa.
CEA: De que forma considera que a organização tem integrado as sugestões do Observatório de Segurança nas suas práticas?
Pedro Santos: Tem sido uma evolução significativa. Muitas das recomendações feitas pelo Observatório foram levadas em consideração e resultaram em melhorias concretas na comunicação e formação em segurança.
Rui Costa: Ainda há espaço para avançar, mas sentimos que a nossa voz tem sido ouvida.
CEA: Estando quase no final do mandato, que balanço faz deste percurso?
Pedro Santos: Conseguimos promover o diálogo entre trabalhadores e departamento de segurança, dar visibilidade a preocupações legítimas e contribuir para um ambiente de maior confiança e prevenção.
Rui Costa: O balanço é muito positivo. Foi um período de grande aprendizagem e de verdadeiro trabalho em equipa.
CEA: Estão a pensar recandidatar-se? Em conjunto?
Pedro Santos: Sim. Entendemos que podemos continuar a contribuir de forma positiva, dando continuidade a este caminho de cooperação e foco na segurança.
Rui Costa: Sim. Queremos dar continuidade ao trabalho realizado em conjunto.
CEA: Que mensagem gostaria de deixar aos seus colegas sobre a importância de participarem na construção de uma cultura de segurança mais sólida?
Pedro Santos: Uma cultura de segurança forte é construída com pequenas atitudes diárias e com o compromisso coletivo de cuidar uns dos outros. Todos juntos somos mais fortes.
Rui Costa: A segurança começa em cada um de nós. Participar, sugerir melhorias, cumprir procedimentos e estar atento ao que se passa à nossa volta faz toda a diferença.